Olá
Meu nome é Emilly Rodrigues,moro em Goiânia,sou escorpiana,minha cor preferida e vermelho,amo rock e minha banda preferida e Paramore..E isso xD

4th June 2012

Post reblogged from My hearts a stereo. with 12,196 notes

”Para um bom entendedor, meia palavra basta.” Para um bom amigo, um olhar já é suficiente.

Source: sinceridadesdeumidiota

4th June 2012

Photo reblogged from Imperfeita with 89 notes


Faço o tipo conformada, mas sei que no fundo sou cabeça dura, osso duro de roer. É muito complexo tentar me convencer em relação a determinados assuntos, pois quando formo um conceito e firmo-o, pra retirá-lo, haja esforços! Mas embora isso pareça maduro, é absurdamente infantil. Sou marrenta e metida á perfeccionista, mas não passo de um acúmulo de erros. Sou tudo aquilo que abomino e isso é estranho demais. Sou completamente assim, um misto de personalidades divergentes, que cabem em mim confortavelmente. As coisas funcionam de maneira anomálica dentro de mim, nada trabalha de maneira padrão. Isso assusta muita gente e deixa muita cabeça enrolada por aí, mas eu já sou acostumada. Nem foi necessário muito tempo pra me adaptar as fases constantes pelas quais sou obrigada a suportar. Meu pessimismo colabora bastante, sou insistente quanto á continuidade do meu eu sem mais mudanças trágicas. Depois de tantas tentativas mal elaboradas e conseqüentemente frustradas, eu desisti de arrancar o que é permanente em mim. Sou desse jeito mesmo e sei que não conseguiria lidar com um novo eu. Convivo comigo desde sempre e até hoje não consigo me entender, se resolvesse mudar assim tão de repente, tudo ficaria mais confuso do que já é. E toda essa confusão é de minha total responsabilidade e culpa, admito sem nenhum problema ou vergonha. Não sou com a maioria por aí, muito pelo contrário, eu sou exatamente o oposto. Sou singular. Meus defeitos predominam e minhas qualidades são praticamente imperceptíveis à maioria, mas eu aprendi a não deixar que isso me atrapalhe. Aprendi na marra que não há como mudar algo que é tão meu. No final das contas, acaba sendo isso meu diferencial dos demais. Talvez seja muito grosseiro denominar-me como alguém cheia de defeitos, mas se tem algo que também transborda em cada canto do meu ser, é isso, grosseria. Pelo menos é o que dizem por ai. Não devo ser tão errada, no final das contas, não sou tão terrível. Sou uma constante bagunça e não cobro a ninguém que venha me organizar, me decifrar. Muito menos cobro que venham cá me entender. Nem eu mesma consegui essa dádiva. Enquanto isso ei de continuar, com esse meu jeito ou melhor dizendo, com essa minha falta de jeito. Desculpas se a minha contradição lhe incomoda, mas é algo que eu mesma fui obrigada a aceitar.  Gabi, Julia e Ana Luisa (reprimidas)

Faço o tipo conformada, mas sei que no fundo sou cabeça dura, osso duro de roer. É muito complexo tentar me convencer em relação a determinados assuntos, pois quando formo um conceito e firmo-o, pra retirá-lo, haja esforços! Mas embora isso pareça maduro, é absurdamente infantil. Sou marrenta e metida á perfeccionista, mas não passo de um acúmulo de erros. Sou tudo aquilo que abomino e isso é estranho demais. Sou completamente assim, um misto de personalidades divergentes, que cabem em mim confortavelmente. As coisas funcionam de maneira anomálica dentro de mim, nada trabalha de maneira padrão. Isso assusta muita gente e deixa muita cabeça enrolada por aí, mas eu já sou acostumada. Nem foi necessário muito tempo pra me adaptar as fases constantes pelas quais sou obrigada a suportar. Meu pessimismo colabora bastante, sou insistente quanto á continuidade do meu eu sem mais mudanças trágicas. Depois de tantas tentativas mal elaboradas e conseqüentemente frustradas, eu desisti de arrancar o que é permanente em mim. Sou desse jeito mesmo e sei que não conseguiria lidar com um novo eu. Convivo comigo desde sempre e até hoje não consigo me entender, se resolvesse mudar assim tão de repente, tudo ficaria mais confuso do que já é. E toda essa confusão é de minha total responsabilidade e culpa, admito sem nenhum problema ou vergonha. Não sou com a maioria por aí, muito pelo contrário, eu sou exatamente o oposto. Sou singular. Meus defeitos predominam e minhas qualidades são praticamente imperceptíveis à maioria, mas eu aprendi a não deixar que isso me atrapalhe. Aprendi na marra que não há como mudar algo que é tão meu. No final das contas, acaba sendo isso meu diferencial dos demais. Talvez seja muito grosseiro denominar-me como alguém cheia de defeitos, mas se tem algo que também transborda em cada canto do meu ser, é isso, grosseria. Pelo menos é o que dizem por ai. Não devo ser tão errada, no final das contas, não sou tão terrível. Sou uma constante bagunça e não cobro a ninguém que venha me organizar, me decifrar. Muito menos cobro que venham cá me entender. Nem eu mesma consegui essa dádiva. Enquanto isso ei de continuar, com esse meu jeito ou melhor dizendo, com essa minha falta de jeito. Desculpas se a minha contradição lhe incomoda, mas é algo que eu mesma fui obrigada a aceitar.  Gabi, Julia e Ana Luisa (reprimidas)

Source: reprimidas

4th June 2012

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Source: mais-um-meio-sangue

2nd June 2012

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Nada contra você, até iria no seu enterro.

Source: sonh0s-imperfeitos

2nd June 2012

Post reblogged from no matter what with 879 notes

Esse botão chamado UNFOLLOW é vírus, não clica la

Source: meninodiscreto

2nd June 2012

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Source: m-i-l-o-n-g-a